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Com Rodrigo Santoro no elenco, filme estréia nesta sexta-feira (7). Longa conta a história de uma mãe que vê no filho a única esperança
Julia (Martina Gusman) está presa pelo assassinato do namorado, que não sabe se cometeu, mas se defende dizendo que é inocente. Está grávida e não sabe se o pai da criança era o namorado morto ou Ramiro (Rodrigo Santoro), também preso pelo mesmo crime. Colocada em uma área da prisão para mães, Júlia não sabe em quem acreditar e rejeita, a princípio, o próprio filho. Até chegar a uma conclusão: a criança é tudo o que ela tem no mundo.
A mãe (Eli Medeiros) mora fora do país. Ramiro, mesmo amando Julia, faz de tudo para se livrar da culpa, inclusive acusá-la do assassinato. Julia, uma menina universitária, se sente perdida dentro da prisão com uma criança não planejada. Primeiro se desespera, ante as perguntas sem respostas que todas as mães do mundo se fazem, depois tira da maternidade a força para encarar a jaula, a leoneira (onde ficam as leoas).
Direção
Dirigido pelo argentino Pablo Trapero, que já fez “Família rodante” e “O outro lado da lei” entre outros, “Leonera”, que estréia nesta sexta-feira (7), explora o cotidiano dentro de um presídio feminino argentino. Além da presença de Santoro, no principal papel masculino do filme, os brasileiros vão reconhecer semelhanças entre os dois países ao ver a carceragem e nas suas cenas mais humilhantes, como as revistas para entrar ou sair do presídio.
Martina Gusman, casada com Trapero na vida real e produtora de diversos filmes, praticamente estréia como a protagonista (ela tinha feito apenas um outro longa, também do marido, numa participação menor) numa produção em que os personagens e a atuação do atores são mais importante que a própria trama.
Dirigida com segurança por Trapero, Gusman consegue criar uma menina que vai amadurecendo à medida que o filme se desenrola, mas que se mantém emocionalmente instável do início ao fim. Pode explodir quando é contrariada ou quando retiram o que lhe é de mais sagrado, mas é capaz de ser amável e delicada com os mais próximos.
Santoro
Santoro, elogiado pelo diretor pela sua seriedade e profissionalismo, faz um papel menor, aparece pouco na telona, mas é o responsável pelas transformações do rumo da história.
Mas o filme é de Gusman, das mulheres, da maternidade. Mostra de maneira extremada o que representa um filho para a sua mãe e até onde ela iria, ou no que ela se transformaria por causa de sua cria.
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em sexta-feira, novembro 7th, 2008 as 9:35 pme está arquivado em Filmes.
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Uma Resposta para “‘Leonera’ narra cotidiano de presídio feminino argentino”
É isso aí Rodrigo!!!!!Estamos torcendo pela sua assenção no cinema brasileiro e internacional!
Que seu talento continue aumentando a cada dia!!!
Amamos você!
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Caroll Disse:
janeiro 7th, 2009 at 11:50 am
É isso aí Rodrigo!!!!!Estamos torcendo pela sua assenção no cinema brasileiro e internacional!
Que seu talento continue aumentando a cada dia!!!
Amamos você!